Hoje faço anos.

E não quero só apagar velas.

Quero acender tudo o que me arde por dentro.

Sou Tânia


Sou Tânia.

Sou sol. Sou tempestade.

Sou a energia que entra numa sala e não pede licença.

Sou feita de gargalhadas que rebentam o silêncio e de silêncios que dizem tudo.

Sou natureza em carne viva — descalça na areia, cabelo solto ao vento,

olhos que se perdem no mar e voltam cheios de ideias.

As minhas origens, os meus caminhos


Nasci muitas vezes.

Nas estradas com os meus pais, em férias sem pressas, onde aprendi que o mundo é casa.

Na universidade, onde vivi com tanta intensidade que ainda hoje me emociona.

E também no dia em que percebi que queria guardar histórias — não apenas vivê-las.

Sou licenciada em Vídeo e Cinema Documental.

Tinha um sonho meio maluco de filmar para a BBC Vida Selvagem.

Mas fui parar à fotografia de famílias e mulheres. E não trocava por nada.

Já vendi gelados, trabalhei em quiosques, fui massagista, formadora, vendedora.

Sou feita de caminhos improváveis, mas sempre com a mesma sede de verdade.


A fotografia que me escolheu





Hoje fotografo. Mas mais do que isso, guardo.

Guardo lágrimas tímidas, abraços apertados, gargalhadas puras.

Guardo a vida como ela é.

Às vezes, enquanto fotografo alguém, emociono-me também.

Porque sei que estou a guardar algo que vai ficar.

É aí que sei: estou onde devia estar.

Ainda acho que...


Ainda acho que tenho 20.

Que consigo fazer tudo em 24 horas.

Que vou dançar até ao nascer do sol, faça chuva ou sol.

Que ainda vou ver o mundo inteiro.

Que um dia vou ser super organizada.

Spoiler: provavelmente não.

Hoje, entrego-me


Hoje não peço nada.

Hoje entrego-me.

À vida, às memórias, à luz que entra no estúdio,

às pessoas que me rodeiam e que me amam como sou:

intensa, caótica, cheia de ideias, cheia de verdade.

Agradeço tudo o que me trouxe até aqui.

E tudo o que ainda está para vir.

Obrigada por estares desse lado.


Hoje é o meu dia.


Mas o maior presente é poder continuar a guardar histórias reais com o coração.

– Tânia 🌞

Hoje, entrego-me


Hoje não peço nada.

Hoje entrego-me.

À vida, às memórias, à luz que entra no estúdio,

às pessoas que me rodeiam e que me amam como sou:

intensa, caótica, cheia de ideias, cheia de verdade.

Agradeço tudo o que me trouxe até aqui.

E tudo o que ainda está para vir.

Obrigada por estares desse lado.


Hoje é o meu dia.


Mas o maior presente é poder continuar a guardar histórias reais com o coração.

– Tânia 🌞

DEIXA-ME UM PRESENTE


Se me quiseres deixar um presente bonito,

deixa-me uma palavra, memória ou mensagem nos comentários.

Gosto de guardar coisas que me fazem sorrir.